O Outubro Rosa é uma oportunidade para lembrar que falar sobre câncer de mama não significa apenas incentivar a realização de exames.
Também é importante entender qual exame está sendo realizado, para qual finalidade e em qual momento da investigação.
A mamografia é o principal exame utilizado no rastreamento do câncer de mama. Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda, no SUS, o rastreamento de mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos. A indicação pode ser diferente de acordo com o histórico e os fatores de risco de cada pessoa.
Mas a mamografia não é o único método utilizado na avaliação das mamas.
A ultrassonografia pode complementar a avaliação e também ser utilizada na investigação de determinadas alterações encontradas nas mamas.
A ressonância magnética das mamas pode ser indicada em situações específicas, especialmente para algumas mulheres com maior risco de câncer de mama ou quando é necessária uma avaliação complementar.
Quando uma alteração precisa ser esclarecida por meio da análise do tecido, pode ser indicada uma biópsia.
A escolha do exame depende do objetivo da avaliação, dos achados clínicos e das características de cada caso.
O mais importante: rastreamento não substitui a investigação de sintomas
Mesmo fora da faixa etária indicada para o rastreamento populacional, uma alteração suspeita deve ser avaliada por um profissional.
Nódulo, mudança no formato ou tamanho da mama, retração da pele ou do mamilo, secreção sanguinolenta pelo mamilo e outras alterações persistentes devem ser investigadas.
Informação também faz parte do diagnóstico precoce.
Na Imago, diferentes exames de imagem podem fazer parte da investigação e do acompanhamento das alterações mamárias, sempre conforme indicação médica.
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